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O Guia Da Luz

O nosso impaciente viver, criteriosamente dominado por ideias, e sons e cores e ruídos de fundo que nos prendem a atenção fazendo acreditar, que sou desta e daquela forma e me conduzo daqui para ali , por esta ou aquela razão é a Simples Presença dessa Providência que aguarda Majestosamente (Shekiná no sentido esotérico mas também real do Cristo Cósmico) e nos faz entender “as Razões que a razão desconhece”, sem dúvida, somente sabendo. Bem hajam.

Observações:

A Simples Presença dessa Providência que aguarda Majestosamente (Shekiná no sentido esotérico mas também real do Cristo Cósmico) que menciono, é uma “formula” de entender e visualizar com imagens para nós concebíveis. Shekiná no sentido cabalístico, o rosto feminino de Deus e a união que resulta, entre este lado Maternal de Deus e o Cristo Cósmico é o melhor exemplo do que realmente significa e representa esse Amor, a união existente entre Mãe e Filho, os laços dessa união são a Providência, a Presença dessa Providência que é, este lado “interventivo” de Deus. Que flui e aguarda.
Ora, se 90% (95%??) de nós não deixamos “actuar” essa Providência , (porque não se impõem nem se oculta, simplesmente flui e aguarda) porque procuramos a fonte da nossa felicidade nos outros. Mas se o fazemos então é provável que a pessoa que encontrarmos, também ande à procura dessa felicidade, no outro.
Por isso encontra-se aqui uma questão a resolver… mesmo que se ache que como os dois andam à procura dessa felicidade, os dois, acabarão por encontrar…
Ninguém dá o que não tem.
Uma premissa talvez, se partirmos para esse encontro a dois com a dispensa de encontrar essa felicidade que nos move e que sabemos que existe, no outro, porque já se encontra em nós, as hipóteses de essa união ser feliz é estrondosa…
Porque o que nos move é o amor; o que acontece é o que o amor é a força silenciosa, na maior parte do tempo, que tudo pode fazer acontecer, enquanto, a sua força antagónica, o egoísmo é “mais ruidoso”, logo mais visível.
Em forças antagónicas ao Amor eu ponho o Egoísmo e não como habitualmente, se ousa fazer, dizer que o contrário do amor é o ódio e a raiva.
Eu acredito que o ódio e a raiva são o Egoísmo exacerbado, e a ausência do amor é provocada pelo egoísmo que num dado momento um ser na sua consciência acredita ter o direito de exercer sobre o outro, através de uma forma física, moral, psicológica e até sociológica, isto é, através de pressões exercidas por um grupo ou comunidade, ou até mesmo País ou continente.
É este Egoísmo razão de todos os desequilíbrios do mundo, pois seja ele exercido no nosso universo pessoal sejamos nós a exercer sobre os que nos rodeiam, nesta visão micro cósmica da nossa vida, -nós como universos pessoais -, seja exercido numa amplitude macro como refiro no parágrafo anterior, todas elas provocam a ausência de Amor que, é essa união Shekiná com o Cristo cósmico, que também somos nós neste Cristo Cósmico como universos pessoais.

Tudo está em tudo, mesmo porque tudo É UM.
Eu Sou.
Ele É.
Logo nós somos.
Porque eu sou.
Eu tenho que o fazer acontecer primeiro em mim, e de mim partir para os outros. E é aqui que falhamos. Neste nosso “conhece-te a ti mesmo” que nos fazemos, em vez de ser isso mesmo que acontece, torna-se um “ desejo para mim” um “quero para mim” que nos turva o discernimento e a Razão Primária que tudo move logo, move-nos também a nós.
Esse UM, Trino porque Pai (Gerador), Cristo Cósmico, o Deus Homem, no sentido ECCE HOMO, Eis o Homem, e O Espírito, Rosto feminino de Deus, porque Fecundador.
Esta Trindade Geradora, Atuante porque na carne e Fecundadora dos atos torna-se a Providência sempre presente que podemos deixar atuar nas nossas vidas.
E este grande Mistério que se revela a si próprio tem a sua força motriz, a razão primária, no Amor com que Deus Concebe o mundo, com que Deus Concebe O TUDO o QUE EXISTE que é por nós percebida de forma fragmentada, nesta nossa existência corpórea, carnal.
Para percebermos isto teremos que alargar os nosso horizontes para além daquilo que o nosso irmão ou irmã pensa sobre um dado assunto, e se o apreendemos da mesma forma. Ou se para nós resulta num experiência diferente logo incomunicável. Porque já não é a experiência em si, mas o falar sobre ela.
O que podemos fazer nestes casos é também sermos nós trinos; gerador, homem atuante e fecundador para que este equilíbrio e similaridade entre o micro e o Macro, o homem e Deus, resulte na perfeição, em perfeição e com perfeição.
“ Sede perfeitos que o vosso Pai Celestial é Perfeito.”
Bem hajam

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